Mais empresas fogem da Justiça e buscam os tribunais de arbitragem para resolver seus conflitos.

A lógica: Enquanto o povão fica brigando em varas disso e daquilo, as grandes empresas fazem de tudo para fugir da lentidão do Judiciário — e, ficando no paralelo com a saúde, migram para o sistema “privado”, os tribunais de arbitragem, especializados em resolver conflitos empresariais.

A modalidade vem ganhando força, principalmente no meio empresarial, por que a chance de conseguir uma solução rápida e eficaz é muito maior. Naturalmente, a procura pelos tribunais de arbitragem cresce a cada ano e, com isso, a demanda por advogados que saibam atuar nesse regime especial.

Atuando há seis meses em Tucuruí, a Câmara de Justiça Arbitral, desenvolve na cidade e também em parte da região do lago, procedimentos de conciliação, mediação e arbitragem.

"Estamos implantando uma nova cultura de mecanismos extrajudiciais de soluções de conflitos aqui na região" - Jeanne Bico (Fotos Aldeney Moraes)
“Estamos implantando uma nova cultura de mecanismos extrajudiciais de soluções de conflitos aqui na região” – Jeanne Bico (Fotos Aldeney Moraes)

Jeanne Bico Nogueira, presidente da Câmara em Tucuruí, esclarece que o serviço realizado por essa modalidade de justiça permite a resolução de conflitos em até 180 dias, em conformidade ao Artigo 23 da Lei Federal 9307/96. “Estamos implantando uma nova cultura de mecanismos extrajudiciais de soluções de conflitos aqui na região”, avalia Jeanne.

Através da Câmara de Justiça Arbitral, as pessoas maiores e capazes judicialmente, contam com uma alternativa viável de resolução de conflitos e demandas. Nesses tribunais, os conflitos são resolvidos por árbitros — eles são, em sua maioria, advogados, mas também há administradores e engenheiros que estudaram economia e têm experiência em resolver conflitos empresariais, principalmente.

Em novas instalações, a equipe da Câmara de Justiça Arbitral tem escritório no Tucuruí Shopping. “Investimos em uma estrutura bem mais moderna, onde a Câmara Arbitral estará agregada, a partir de 15 de maio, com os serviços da rede franqueada Cartório Fácil, que dentre outras atividades, incluirá os procedimentos de emissão de passaportes, certificação digital e correspondente bancários. Sempre melhor posicionado para atender com agilidade e seriedade a população de nossa região”, salienta Jeanne.
ESPECIALISTAS

Uma vantagem da arbitragem para as empresas é que quem analisa as disputas entende de negócios e conhece o que está em jogo.

Câmara Arbitral estará agregada, a partir de 15 de maio, com os serviços da rede franqueada Cartório Fácil
Câmara Arbitral estará agregada, a partir de 15 de maio, com os serviços da rede franqueada Cartório Fácil

A Câmara de Justiça Arbitral tem um time especializado de mediadores e árbitros, uma estrutura de atendimento bem localizada, e com potencial para atender de pequenas empresas a grandes corporações com a mesma desenvoltura e efetividade. “Nosso objetivo nasceu do ideal de bem servir a toda coletividade, estendendo a ela uma nova alternativa para a solução de conflitos existentes entre as pessoas. Conheça melhor os serviços da Câmara de Justiça Arbitral de Tucuruí. Você vai conseguir resolver aquele caso que há muito tempo vem tirando seu sono”, convida Jeanne.

NOVIDADE

A Rede Cartório Fácil é uma rede de franquias sediada na cidade de São José do Rio Preto. Trata-se de uma empresa especializada em atividades cartorárias, facilitando o acesso e entrega de documentos de Cartórios, Registros Públicos e de outros Órgãos em todo o Brasil. Contamos com uma equipe de profissionais qualificados para dar assessoria em todo território nacional, eliminando assim, a burocracia e diminuindo prazos e custos. Além disso, utilizamos tecnologia de última geração e contamos com modelo de operação descentralizada, gerando o fornecimento de certidões e outros documentos públicos de forma rápida e segura.

Desde que a Lei de Arbitragem foi aprovada no Brasil, em 1996, o número de casos analisados por esses tribunais só aumenta: passou de 21, em 2005, para 188, segundo um levantamento da advogada Selma Ferreira Lemes, professora da Fundação Getulio Vargas e da PUC de São Paulo. As decisões levam, em média, dois anos — na Justiça comum, o prazo é de oito anos.

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