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Casos e mortes por coronavírus no Brasil em 11 de outubro, segundo consórcio de veículos de imprensa (atualização das 13h)

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O Brasil tem 150.338 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste domingo (11), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Desde o balanço das 20h de sábado (10), sete estados atualizaram seus dados: BA, CE, GO, MG, MS, RR e TO.

Veja os números consolidados:

  • 150.338 mortes confirmadas
  • 5.095.586 casos confirmados

Às 8h, o consórcio publicou a primeira atualização do dia com 150.241 mortes e 5.092.053 casos.

No sábado (10), às 20h, o balanço indicou: 150.236 mortes, 544 nas últimas 24 horas. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 604, uma variação de -13% em relação aos dados registrados em 14 dias. A média se aproxima da marca de 600 e é o menor índice desde o dia 10 de maio.

Desde o dia 14 de setembro, a tendência na média móvel de mortes segue em estabilidade, ou seja, o número não apresentou alta nem queda representativa em comparação com os 14 dias anteriores. Antes disso, o país passou por um período de uma semana seguida com tendência de queda no registro de mortes por Covid.

Sobre infectados, eram 5.091.840 brasileiros com o novo coronavírus, 34.650 confirmados no último dia. A média móvel de novos casos foi de 26.569 por dia, uma variação de -1% em relação aos casos registrados em 14 dias. Ou seja, também encontra-se na faixa que aponta estabilidade.

Apenas um estado apresenta indicativo de alta de mortes: Maranhão.

Progressão até 10 de outubro

  • Total de mortes: 150.236
  • Registro de mortes em 24 horas: 544
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 604 por dia (variação em 14 dias: -13%)
  • Total de casos confirmados: 5.091.840
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 34.650
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 26.569 por dia (variação em 14 dias: -1%)

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou dois boletins parciais, às 8h, com 149.713 mortes e 5.057.517 casos; e às 13h, com 149.817 mortes e 5.062.619 casos confirmados.)

Estados

  • Subindo (1 estado): MA
  • Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (13 estados): RS, ES, MG, RJ, SP, GO, MS, AC, AM, AP, AL, PI e SE
  • Em queda (12 estados + o DF): PR, SC, DF, MT, PA, RO, RR, TO, BA, CE, PB, PE e RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Estado com a média de mortes subindo — Foto: Arte G1

Estado com a média de mortes subindo — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em estabilidade — Foto: Arte G1

Estados com a média de mortes em queda — Foto: Arte G1

Moro diz ter sido contra artigo do pacote anticrime usado por Marco Aurélio para soltar traficante

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O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro afirmou em nota, neste domingo (11), que se opôs à inclusão, no pacote anticrime, de uma regra para a revisão periódica das prisões preventivas. A norma foi utilizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STFMarco Aurélio Mello, na sexta (9), para determinar a soltura do traficante André do Rap.

Moro era ministro quando enviou ao Congresso um conjunto de mudanças na legislação penal conhecido como “pacote anticrime“. Essa revisão das prisões preventivas a cada 90 dias não estava nas sugestões do ministro, mas foi incluída durante a tramitação no Congresso.

O agora ex-ministro diz que, mesmo na época, foi contra essa emenda por considerar que havia risco de “solturas automáticas” de presos perigosos. O texto em vigor diz que, se não for reavaliada a cada 90 dias, a prisão preventiva se torna ilegal.

“O artigo que foi invocado para soltura da liderança do PCC não estava no texto original do projeto de lei anticrime e eu, como MJSP [ministro da Justiça], me opus a sua inserção por temer solturas automáticas de presos perigosos por mero decurso de tempo”, diz a nota divulgada por Moro.

Traficante André do Rap é considerado foragido pela Justiça

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Traficante André do Rap é considerado foragido pela Justiça

De fato, em dezembro de 2019, a área jurídica do Ministério da Justiça emitiu parecer pelo veto dessa regra, que viria a ser incluída no artigo 316 do Código de Processo Penal.

“Aqui, por sua vez, é estabelecido dever do magistrado de rever, no prazo de noventa dias, de ofício, a decisão de decretação da preventiva. Mesmo ausente fato novo, o juiz deverá reavaliar a situação, sob pena de tornar a prisão ilegal, indo também nesse ponto de encontro ao dever constitucional do Estado de garantia a incolumidade das pessoas”, diz o documento.

O presidente Bolsonaro sancionou o conjunto de medidas de combate ao crime, duas semanas depois de o Congresso ter provado o chamado pacote anticrime, e vetou 25 itens do texto, mas manteve as mudanças introduzidas pelo artigo 316.

As decisões do STF

Na sexta, o ministro do STF Marco Aurélio Mello concedeu um habeas corpus e determinou a soltura do traficante André Oliveira Macedo, o André do Rap.

Ele é um dos chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios de São Paulo, e foi solto neste sábado (10).

A decisão foi baseada nessa mudança estabelecida pelo pacote anticrime, que entrou em vigor em janeiro deste ano e estabeleceu o prazo para reanálise das prisões preventivas. Para Mello, como a revisão não foi feita, a prisão de André do Rap tinha se tornado ilegal.

André do Rap foi preso em setembro do ano passado, em uma operação feita pela Polícia Civil de São Paulo em um condomínio de luxo em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. Ele é investigado por ter função de liderança dentro do PCC e por gerenciar o envio de grandes remessas de cocaína à Europa.

Horas depois, no entanto, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e suspendeu a decisão de Marco Aurélio, determinando a prisão de André do Rap. Desde então, a localização do traficante é desconhecida.

Ao determinar a nova prisão, Fux disse que a soltura “compromete a ordem e a segurança públicas”, por se tratar de paciente “de comprovada altíssima periculosidade” e com “dupla condenação em segundo grau por tráfico transnacional de drogas”.

Neste domingo, Marco Aurélio criticou a decisão do presidente do STF. Disse que Fux agiu como “censor”, que o presidente não é hierarquicamente superior aos demais ministros e que estuda levar o caso a uma análise do plenário do Supremo.

O Assunto #294: ESPECIAL ELEIÇÕES – PMs e militares nas urnas

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O número de candidatos oriundos das forças de segurança pública é o maior em 16 anos, e há cidades importantes, como Fortaleza, em que um deles lidera as intenções de voto para prefeito. São mais de 6.700 em todo o país — entre policiais militares, bombeiros, delegados e quadros saídos das Forças Armadas — aumento de 12,5% no comparativo com o pleito de 2016. Na esteira da eleição de Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército, a participação que mais cresceu foi a dos militares. No segundo episódio de uma série especial de O Assunto sobre as eleições de 2020, Renata Lo Prete conversa com Fábia Berlatto, professora do curso de especialização em Sociologia Política da Universidade Federal do Paraná, e com Inácio Aguiar, editor de Política do Sistema Verdes Mares, emissora afiliada da Globo no Ceará. Juntos, eles analisam as origens desse fenômeno e de que maneira greves como a da polícia de Fortaleza, no início deste ano, impulsionam candidatura. A série terá dez episódios, lançados sempre aos sábados.

O que você precisa saber:

Desde o dia 3 de outubro vai ao ar, semanalmente, uma edição especial com análises sobre as eleições municipais e convidados especiais. Apresentado por Renata Lo Prete, ‘O Assunto – Especial Eleições’ terá 10 episódios, disponíveis no G1 e em plataformas digitais de áudio.

Renata Lo Prete destaca a importância de debater o tema, já que o resultado das eleições municipais tem interferência direta na rotina diária dos brasileiros. “A série ‘Especial Eleições’ vai discutir os temas mais relevantes do pleito deste ano em conversas com cientistas políticos, especialistas em pesquisas e demais profissionais da área. Serão episódios de debates de ideias, voltados para disputas específicas, sem interferência no material que disponibilizamos nos outros dias da semana”, explica a apresentadora. Com mais de 37 milhões de downloads, é uma fonte de informação para o jovem: 40% do seu público tem entre 15 e 34 anos. Desde a estreia do podcast, foram quase 300 episódios com cerca de 400 entrevistados sobre temas como política, economia, meio ambiente, saúde, cultura e educação.

O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Renata Bitar, Vitor Muniz, Beatriz Souza e Danniel Costa. Apresentação: Renata Lo Prete

 — Foto: Comunicação/Globo

— Foto: Comunicação/Globo

O que são podcasts?

Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça.

Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia…

Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

Após duas semanas, candidatos já injetaram mais de R$ 40 milhões nas próprias campanhas

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Levantamento do G1 identificou 23 candidatos que já transferiram mais de R$ 100 mil em recursos próprios para a campanha. Autofinanciamento é a segunda principal fonte de receita de candidaturas, atrás apenas dos partidos políticos.

Por Gabriela Caesar, G1

10/10/2020 05h00  Atualizado há um dia


Os candidatos já tiraram R$ 40,7 milhões dos próprios bolsos para financiar suas campanhas, segundo levantamento feito pelo G1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral. Após duas semanas de campanha, 27% da receita das candidaturas são de recursos próprios dos candidatos. O montante só é menor que o dinheiro enviado para as campanhas pelos partidos (R$ 65,2 milhões).

O levantamento revela que 23 candidatos transferiram mais de R$ 100 mil em recursos próprios para a campanha. Porém, a maioria de todos os 9.903 candidatos que injetaram dinheiro na própria candidatura (83%) colocou valores mais baixos, de até R$ 5 mil.

Candidatos já injetaram mais de R$ 40 milhões na própria campanha: levantamento considera dados até esta sexta-feira, após duas semanas do início da campanha — Foto: Aparecido Gonçalves / G1

Candidatos já injetaram mais de R$ 40 milhões na própria campanha: levantamento considera dados até esta sexta-feira, após duas semanas do início da campanha — Foto: Aparecido Gonçalves / G1

Nestas eleições, o autofinanciamento (quando o candidato coloca o dinheiro dele na própria campanha) precisa respeitar o limite de 10% do teto de gastos para a campanha do cargo.

Considerando o limite de 10% do teto de gastos da campanha em 2020, o montante de recursos próprios varia de acordo com município e cargo. Na disputa de primeiro turno para prefeito, o teto varia de R$ 123 mil a R$ 51,8 milhões. Para vereador, essa variação é de R$ 12,3 mil a R$ 3,7 milhões.

A professora da PUC Minas Virtual e assessora jurídica no TSE Lara Ferreira afirma que o dinheiro é um dos fatores importantes para o sucesso eleitoral. Para ela, a mudança do limite do autofinanciamento pode ser positiva porque cria uma “maior igualdade” na disputa e impede que um candidato milionário financie sozinho a própria campanha.

Ela diz, porém, que a mudança pode ter efeitos negativos em cidades menores, onde o teto de gastos é mais baixo, assim como o limite de autofinanciamento. “O teto para recursos próprios nas campanhas pequenas, que são a maior parte das campanhas no Brasil, tende a ser muito severo. Não é razoável exigir dos candidatos que, em campanhas menores, com teto com cerca de R$ 13 mil, apliquem na própria campanha apenas R$ 1,3 mil. Acho que é um valor muito baixo. A depender das configurações pode levar a mais incidência de caixa dois.”

Distribuição de recursos

Lara Ferreira acrescenta ainda que os recursos públicos são importantes para garantir a participação na eleição de pessoas que não tenham dinheiro e também para democratizar o acesso aos cargos públicos. Apesar disso, acrescenta a professora, ainda é preciso estabelecer regras para obrigar a dispersão dos recursos entre os candidatos.

“A gente ainda tem essa figura dos dirigentes partidários, que lideram as legendas há muitos anos e vão acabar decidindo sozinhos praticamente qual é o candidato que deve receber os recursos. Houve uma mudança significativa, quando saiu do modelo privado e foi para o modelo público. Mas acabou colocando no ombro dos dirigentes qual é o candidato que vai receber mais visibilidade [recursos].”

Ela lembra ainda que o TSE determinou em agosto que os partidos precisam destinar recursos mínimos do fundo eleitoral e do fundo partidário para candidaturas de pessoas negras (a soma de pardos e pretos, segundo definição do IBGE). Em 2018, o tribunal já havia decidido que as candidaturas de mulheres devem receber também, no mínimo, 30% dos recursos partidários.

“O ideal é que as regras fossem criadas por meio de uma reforma legislativa para dar conta de toda a complexidade. Essas regras devem induzir a desconcentração de recursos que acabam na lógica das agremiações partidárias indo sempre para aqueles candidatos que têm carreiras consolidadas e, portanto, acabam por dificultar a entrada de novos atores no sistema político, principalmente aqueles que não têm de onde tirar os recursos financeiros”, afirma Lara Ferreira.

Além disso, a professora da PUC Minas Virtual afirma também que alguns candidatos têm optado por tentar conseguir recursos dos próprios partidos, em vez de incentivar doações de pessoas físicas. Segundo ela, isso dá ainda mais poder para as cúpulas partidárias. Apesar de ainda haver problemas, Lara reconhece que também houve avanços nos últimos anos.

Ela afirma que, a partir das eleições de 2016, o estabelecimento de um teto para gastos de campanha tornou a disputa mais igualitária e obrigou que todos cumprissem o limite de despesas. Outro ajuste na lei que Lara considera fundamental trata do limite de doação de pessoas físicas para as campanhas. A lei determina que o máximo é de 10% da renda bruta anual declarada à Receita Federal, considerado o ano anterior ao da eleição.

“O problema desse percentual é que ele transporta para o financiamento de campanha todo um esquema de desigualdade de campanha que já marca a nossa realidade brasileira. O ideal é que a gente tivesse o mesmo teto para todas as pessoas. Por exemplo, pode doar até R$ 100 mil, 50 mil, ao qual estariam vinculados tanto a professora quanto o grande empresário.”

Candidatos com mais recursos próprios

G1 localizou os cinco candidatos que, até agora, mais tiraram dinheiro do próprio bolso para as campanhas. Todos são candidatos a prefeito. Às vezes, os valores se aproximam ao de um apartamento ou mesmo a vários meses de salário no comando da prefeitura.

Candidatos já injetaram mais de R$ 40 milhões na própria campanha: levantamento considera dados até esta sexta-feira, após duas semanas do início da campanha — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Candidatos já injetaram mais de R$ 40 milhões na própria campanha: levantamento considera dados até esta sexta-feira, após duas semanas do início da campanha — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

O líder do ranking é Vittorio Medioli (PSD). Ele transferiu, no total, R$ 500 mil em recursos próprios para a candidatura a prefeito de Betim (MG). Por enquanto, esse montante é o único valor informado como receita ao TSE. Em nota, a assessoria diz que “a campanha de Vittorio Medioli segue estritamente o que é permitido por lei”.

Logo em seguida, com R$ 450 mil em recursos próprios, está o candidato Fabiano Cazeca (PROS), que disputa a Prefeitura de Belo Horizonte. Esta foi a única receita informada pelo TSE até agora. A nota do candidato diz que “o candidato está fazendo uma campanha absolutamente dentro do que permite a legislação eleitoral”.

Em terceiro lugar, o candidato João Guilherme (Novo) transferiu R$ 445 mil do próprio bolso para a sua candidatura a prefeito de Curitiba. Além dos recursos próprios, ele recebeu também R$ 23 mil de pessoas físicas.

A nota do candidato diz que “ele sabia que não teria recursos do fundo eleitoral, já que o seu partido tem por princípio não o utilizar”. “Ele fez uma reserva de recursos próprios para ser aplicado na produção de materiais assim que saísse o CNPJ de campanha, conseguindo custos menores do que os praticados atualmente”, diz.

Já o candidato à reeleição José Luiz Nanci (Cidadania), que tenta ficar mais um mandato na Prefeitura de São Gonçalo (RJ), tirou R$ 311 mil do próprio bolso para a campanha. A prestação de contas de Nanci mostra ainda que ele recebeu mais R$ 4 mil de pessoas físicas. Em nota, o candidato diz que “o uso de recursos próprios está dentro do permitido pela norma do TSE”.

Por fim, o candidato Thiago Muniz (DEM) colocou R$ 270 mil em recursos próprios na campanha a prefeito de Rondonópolis (MT). Esta é a única receita da campanha do candidato por enquanto. A assessoria do candidato Thiago Muniz foi procurada pelo G1, mas não quis se pronunciar

Às vésperas de Dia da Padroeira, Santuário tem domingo movimentado

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Às vésperas do Dia da Padroeira, o domingo (11) foi movimentado no Santuário Nacional de Aparecida. Apesar de ter suspendido as missas abertas ao público, a basílica recebeu fiéis que foram até lá para ver a imagem da santa.

Os dias que antecedem o Dia da Padroeira, 12 de outubro, são os mais movimentados do ano para o Santuário, que é o maior templo mariano do mundo. Por causa da pandemia, este ano a igreja teve de modificar a programação.

Fiés visitam o nicho onde está a imagem — Foto: Agda Queiroz/TV Vanguarda

Fiés visitam o nicho onde está a imagem — Foto: Agda Queiroz/TV Vanguarda

O nicho onde está a imagem de Nossa Senhora é o espaço mais visitado. A administração colocou sinalização para que os devotos mantenham uma distância segura durante a passagem, pede que não toquem a parede onde está a imagem no momento de oração e colocou álcool em gel em todas as saídas.

Dentre as mudanças na programação, está a suspensão das missas presenciais. As celebrações vão ser transmitidas on-line. Apenas os fiéis da arquidiocese podem participar presencialmente. O estacionamento também foi limitado a 2 mil veículos.